Minhas desculpas esfarrapenhas
Numa época que a Veja superou a Brazil no quesito sacanagem, esse blog também sofreu com a rebelião paulista.
Não que eu tenha sofrido qualquer ameaça ou gêneros. Como este é um blog de família e todo mundo sabe a vida de todo mundo, suponho que a maioria saiba que eu moro numa república em Limeira.
Se você prestou atenção pelo menos no final do Bom Dia Brasil, quando na verdade estava esperando começar o Mais Você, pode ser que você saiba que a cidade de Limeira foi uma das que mais sofreu com essa tsunami de violência no estado.
Estávamos com medo, trancados em nossa república, dormindo de bruços com o travesseiro na nuca, rezando o Pai Nosso com o abajur ligado.
E não era à toa. Andar 100 metros para ir até a escola era uma verdadeira fase daquelas mais fodômicas do Mario. Tínhamos que desviar de uns ônibus em chamas, de policiais, de criminosos do P.C.C., de criminosos que não eram do P.C.C., de carros-bomba (yes, tivemos um, mas era com Molotov). A única diferença é que se perdeu uma vez, Game Over.
Cheguemos ao ponto: por causas dos riscos e porque a maioria dos comércios estiveram fechados nessa semana, não pude ir em algum lugar pra digitar simplesmente os dois posts mais fodas que esse blog não viu.
E agora não dá mais. Tinha a ver com dia das mães e agora tá meio tarde.
De onde veio aqueles, tem mais (creio eu). Antes de acabar de digitar isso e antes de você clicar na caixa de comentários (cê vai fazer isso, né tio?) isso vou contar algumas coisas:
-> Vou levar o blog mais a sério e vou tentar escrever mais;
->Meu pai quase que caiu naquele negócio de comprar os créditos pra celular pré-pago. E eu que não acreditava na pureza e na inocência...
E olha só: quando eles se identificaram, meu pai mandou eles virem tomar um cafézinho aqui em casa. Olha que meigo. Quem sabe daqui a alguns anos quando eles saírem da cadeia, pai.
Ps.: Tenho tanto pra lhe falar.
Escutando Imigrant Song - Led Zeppelin
E antes que perguntem: yes, eu sou paga-pau e sigo modinha. (y)
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Com amor por
Vinícius
no dia
20 Maio, 2006 às
01:57. Não que eu tenha sofrido qualquer ameaça ou gêneros. Como este é um blog de família e todo mundo sabe a vida de todo mundo, suponho que a maioria saiba que eu moro numa república em Limeira.
Se você prestou atenção pelo menos no final do Bom Dia Brasil, quando na verdade estava esperando começar o Mais Você, pode ser que você saiba que a cidade de Limeira foi uma das que mais sofreu com essa tsunami de violência no estado.
Estávamos com medo, trancados em nossa república, dormindo de bruços com o travesseiro na nuca, rezando o Pai Nosso com o abajur ligado.
E não era à toa. Andar 100 metros para ir até a escola era uma verdadeira fase daquelas mais fodômicas do Mario. Tínhamos que desviar de uns ônibus em chamas, de policiais, de criminosos do P.C.C., de criminosos que não eram do P.C.C., de carros-bomba (yes, tivemos um, mas era com Molotov). A única diferença é que se perdeu uma vez, Game Over.
Cheguemos ao ponto: por causas dos riscos e porque a maioria dos comércios estiveram fechados nessa semana, não pude ir em algum lugar pra digitar simplesmente os dois posts mais fodas que esse blog não viu.
E agora não dá mais. Tinha a ver com dia das mães e agora tá meio tarde.
De onde veio aqueles, tem mais (creio eu). Antes de acabar de digitar isso e antes de você clicar na caixa de comentários (cê vai fazer isso, né tio?) isso vou contar algumas coisas:
-> Vou levar o blog mais a sério e vou tentar escrever mais;
->Meu pai quase que caiu naquele negócio de comprar os créditos pra celular pré-pago. E eu que não acreditava na pureza e na inocência...
E olha só: quando eles se identificaram, meu pai mandou eles virem tomar um cafézinho aqui em casa. Olha que meigo. Quem sabe daqui a alguns anos quando eles saírem da cadeia, pai.
Ps.: Tenho tanto pra lhe falar.
Escutando Imigrant Song - Led Zeppelin
E antes que perguntem: yes, eu sou paga-pau e sigo modinha. (y)









